Mensagens de apoio ao artigo publicado no Estadão de domingo, 14 de dezembro, com o título Proteja seu filho dos perigos da internet, chegaram de toda parte. Eis algumas delas:
Proteja seu filho dos perigos da internet deveria ser distribuído aos pais de alunos de todo o Brasil!
José Felicio Castellano
Concordo em gênero, número e grau com o seu artigo sobre as crianças e a internet. Por favor, não desista destes alertas, mesmo sob críticas, que pelo visto foram poucas. Se adultos têm sido vitimas de tantos golpes, acreditado em pessoas inescrupulosas e outras barbaridades, que dirá nossas crianças. Como tia babona de três crianças maravilhosas, adorei seu artigo, bem como o anterior. Meus dois irmãos são assinantes do Estado, também, e, portanto, espero que tenham lido.
Sílvia Amaral Camargo
Apóio inteiramente o controle de acesso à internet por parte de crianças (e de adultos também!). Vou além: é necessário limitar o tempo de acesso ao computador. Não faz sentido ficar 6, 7, 8 horas por dia na frente do computador, do mesmo modo que não faz sentido ficar o dia inteiro na frente da TV ou mesmo lendo. É preciso que os pais fomentem uma saudável diversificação de atividades. Claro que dá trabalho para os pais, mas quem disse que educar filhos era fácil?
Marcelo Guterman
Teus artigos de 23 de novembro e de hoje são absolutamente procedentes. Parabéns.
Héctor Brener
Leitor freqüente de sua coluna no O Estado de S.Paulo, li hoje sobre os perigos da internet para as crianças e jovens. Concordo plenamente com seus argumentos. Como pai e avô, agradeço.
João Baptista Sundfeld
Lendo o seu excelente artigo sobre os males da internet, fiquei desejoso de repassá-lo a alguns amigos que, com certeza, não lêem jornal aos domingos. Peço a você, se for possível, me envie o mesmo via internet. Grato
Fernando Iglésias
Quero parabenizá-lo pelo maravilhoso artigo que o senhor escreveu no jornal O Estado de São Paulo (Proteja seu filho dos perigos da internet). Realmente os pais estão abandonando os seus filhos na internet! Crianças passam horas diante do computador e os pais não se incomodam com o que está acontecendo! Temos mesmo é de combater esse lixo diante dos filhos. Por que falar que a sua posição lembra os tempos da Inquisição? Eu gostaria muito que o senhor continuasse combatendo, escrevendo a realidade do que acontece diante dos olhos de crianças e adolescentes.
Sidney Cantilena
Sou professor e diretor de colégio particular em Araxá (MG). Sou formado biólogo, mas admiro muito seus artigos sobre modernidades tecnológicas. Isso faz alguns anos. Por saber que os jovens correm rapidamente atrás dessas novidades. E precisamos usar de forma construtiva, principalmente quem lida com educação. Li seu artigo de hoje, 14 de dezembro, e procuro o anterior, que foi motivo de algumas polêmicas, segundo abordou.
Marcos A. B. Bomfim
Apoio você totalmente nas suas orientações para a proteção das nossas crianças. Registro este apoio no meu comentário na minha coluna do site ITWEB. www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=58
Edison Fontes
Concordo plenamente com sua tese sobre o prejuízos causados pela internet em crianças e adolescentes. Em casa, minha filha de 10 anos utiliza a internet, mas faço todo monitoramento. Ela chegou a ter MSN e página no Orkut, mas o seu comportamento melhorou muito depois que os excluímos e deixamos o uso somente para jogos, pesquisas escolares e entretenimento (monitorado). Os pais devem atentar para o mundo que se abre na tela do computador, dentro de suas casas, expondo suas crianças e jovens a informações que ainda não têm maturidade para receber e selecionar o que convém.
Embora respeitando quem discorde, penso que pais zelosos, que possuem seus filhos ainda na fase de infância e adolescência devam, em sua grande maioria, concordar e assim seu artigo faz com que reafirmemos nossa vigília e cuidado com o desenvolvimento e educação de nossas crianças.
Parabéns pela iniciativa de tratar do tema.
Tatiana Manfré